Equipe

Quem faz a Avaliação acontecer?

O processo de avaliação é amplo, multidisciplinar e exige a atuação integrada de múltiplos atores. Assim, para uma maior organização e efetividade do processo, foi pensada a seguinte estrutura de governança:

01.

Coordenação institucional

É realizada por Grupo de Trabalho da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística — SEMIL, instituído pela Resolução SEMIL nº 05/2026 e nomeado pela Portaria CG SEMIL nº 03/26.

O GT tem por função coordenar, planejar, gerenciar, articular e apoiar o processo de avaliação do risco de extinção das espécies da fauna junto à SEMIL, à Instituição Executora e ao Comitê Científico.

É composto por representantes dos diversos órgãos da administração direta e indireta da SEMIL com atuação direta no tema, sendo: Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia (DBB); Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA); Fundação Florestal (FF); e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

02.

Comitê Científico

Composto por coordenadores científicos e especialistas, membros da comunidade científica, reconhecidos como autoridades nos diversos grupos taxonômicos da fauna paulista selecionados para este processo. Tem por função realizar a avaliação de risco de extinção das espécies de fauna com ocorrência no estado de São Paulo e posterior validação.

03.

Instituição Executora — Mater Natura

Equipe técnica do Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, responsável:

  • pela compilação dos dados de registros de ocorrência das espécies da fauna paulista (a partir de consulta às bases de dados e repositórios oficiais e das contribuições oriundas das consultas públicas);
  • pela geração de mapas de distribuição das espécies;
  • pela facilitação e organização dos resultados das oficinas de avaliação de risco e validação junto ao Comitê Científico; e
  • pela sistematização final de todos os dados gerados no processo.
04.

Cidadãos

Qualquer pessoa interessada que possa e queira contribuir com registros de ocorrência georreferenciados da fauna paulista durante a etapa de consultas públicas. As contribuições dos cidadãos passam por moderação antes da publicação, garantindo rigor científico.